Coordenadora Daniela Ferrari
É preciso união para propor um ambiente saudável, seguro e feliz para as crianças e jovens no ambiente escolar. Atualmente, o bullying está inserido na vida de milhares de crianças e jovens.
Um em cada dez estudantes brasileiros é vítima deste tipo de intimidação, segundo dado divulgado, em 2015, pelo Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa).
A palavra vem do dicionário inglês “bully” e significa: tirano, briguento, valentão – traduzido para o português. As ações violentas têm como objetivo humilhar,
menosprezar e ofender suas vítimas de forma física, verbal e/ou psicológica. Os casos de bullying começam muito mais silenciosos e, por isso, são mais graves.
Quem sofre a agressão não conta nem na escola nem na família, mas começa a mudar o comportamento, explica a professora de Psicologia Ciomara Shcneider, para o portal MEC.
Observar mudanças no comportamento de possíveis vítimas pode ser fundamental para acionar a escola, pais e responsáveis, a fim de reverter o quadro o mais rápido possível.
O bullying pode causar diversas reações, como: Desinteresse em ir à escola e/ou relacionar-se socialmente com outras pessoas, hematomas constantes, tristeza, dificuldades para dormir,
dores de cabeça (ou de barriga) constantes, irritabilidade, apetite fora do comum e baixa autoestima. Caso o problema não seja trabalhado a tempo, os traumas podem ser
irreversíveis nas vítimas.
É preciso entender, que nem toda brincadeira ou apelido é saudável. Ao notar um possível ato de bullying, é necessário explicar, ensinar a criança ou adolescente que praticou a ação que não é
correto diminuir, agredir ou menosprezar alguém pelo simples fato de ser quem é. Propor atividades em sala de aula, vídeos e conversas que abordem o tema pode auxiliar na
compreensão do que é o bullying e maneiras de preveni-lo.Aqui em nosso colégio estamos sempre atentos e intervindo quando necessário.
“NÃO ao Bullying”.